Nostalgia que vira resultado: como a campanha de 75 anos da Claybom inspira ações digitais inovadoras
Unindo passado e futuro na publicidade – e trazendo à tona a importância da digitalização de memórias
Quando uma marca atravessa gerações, ela carrega muito mais que um produto: carrega histórias. Foi exatamente essa aliança entre tradição e inovação que impulsionou a nova campanha de 75 anos da Claybom, lançada em agosto de 2025. Com o mote “Fazer parte da história do Brasil é mais que bom”, a margarina — primeira do país — voltou aos holofotes com uma campanha que revive a estética dos anos 1950 e traz uma embalagem comemorativa repaginada.
O poder da nostalgia contada pela Claybom vai além de uma simples releitura visual: ela cria uma conexão emocional imediata com o público. Em peças que revisitam os anúncios da década de 50 e nas tradicionais “Meninas Nhac” — Clay, Yala, Bya, Bo e Moa — com visual retrô, o consumidor é convidado a fazer uma verdadeira viagem no tempo. Essas referências emocionais, tão potentes, têm sido aprovadas por gigantes do varejo que hoje têm foco em “retail media” — comunicação diretamente nos canais de venda.
Em um mundo onde os meios digitais dominam, resgatar o offline com autenticidade tem se mostrado uma poderosa estratégia de posicionamento de marca. Foi com esse mindset que nossa agência canalizou sua expertise em digitalização de materiais antigos — sejam fitas VHS, DVDs ou fotos de família — para mostrar autoridade no segmento. A mensagem aqui é clara: valorizar o passado pode (e deve) ser tech-savvy.
Como bem destaca o diretor de atendimento da EscaEsco, Victor Escobar: “Resgatar memórias não é apenas nostalgia — é a ponte que conecta gerações. Quando digitalizamos um VHS ou escaneamos uma foto antiga, trazemos à tona emoções que são hoje conteúdo digital rico, pronto para se transformar em storytelling e engajamento.”
E é exatamente esse poder que as marcas — como a Claybom — estão explorando. Em vez de apenas postar imagens vintage nas redes, elas estão investindo em experiências, em conteúdo que envolve, emociona e reforça presença no ponto de venda. O mesmo efeito vale para a digitalização de arquivos familiares: o que era estocado e esquecido pode se tornar ativo de conteúdo, capaz de viralizar e humanizar uma marca.
Finalmente, o case da Claybom mostra que estratégia emocional baseada em nostalgia gera identificação imediata, embalagem comemorativa renova a relação com o produto, enquanto o visual retrô conta uma história, retail media fortalece o impacto no ponto de tomada de decisão. E, fundamental: a transformação digital de memórias — VHS, fotos, vídeos antigos — não é apenas preservação, mas criação de conteúdo que conecta, engaja e converte.
Ao posicionar sua agência como especialista em digitalização, você entrega não só um serviço técnico, mas um potencial infinito de narrativas – exatamente o que o marketing de hoje pede. Apropriar-se desse lugar significa ser protagonista de memórias — e de conversão.

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